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DOENÇAS QUE OS PAPAGAIOS POSSAM TER

 

Pneumonia

Os sintomas são falta de vivacidade, respiração difícil, o bico pode ficar com uma cor violácea. o pássaro coloca a cabeça para trás abaixo das asas: a cauda acompanha o ritmo respiratório, febre, asas caídas e penas soltas. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

Fracturas

Não é raro aparecer pássaros com os membros quebrados. Os casos mais comuns, são os das pernas e das asas, especialmente quando são retiradas penas quebradas. Após dezoito dias retirar a bandagem. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária .

Estafilococose

É causado por uma bactéria que se encontra espalhada pelo ar, água, paredes, etc , provocando uma enfermidade, sendo o mais comum o ataque aos pés e articulações. As lesões aparecem nas plantas dos pés, como pequenos abcessos que dificultam o pouso; em seguida atingem os dedos que se necrosam. Essas ulcerações quando espremidas, segregam um líquido purulento. A falta de higiene tanto do criadouro, como dos poleiros são os responsáveis. O tratamento deve ser orientado por um veterinário.

Causas: a conjuntivite, algumas vezes, é adquirida por contágio, outras decorrem do traumatismo causado por pancadas na própria gaiola ou ainda esfregando, roçando, friccionando os olhos em qualquer parte da gaiola ou mesmo em poleiros sujos. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.


Piolhos das penas e do corpo

O pássaro tem comichão constantemente e observando as penas da asa aberta contra a luz, podemos notar o dano causado nas penas, como pequenos traços escuros. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

Coccidiose

Vinte dias antes do acasalamento devemos aplicar um anti-coccidiostático. Peça orientação a um veterinário. Podemos também, utilizar como forma preventiva, maizena nas sementes. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

Vermífugos

Deve ser recomendado por um veterinário.

Ácaros respiratórios e piolhos vermelhos

Ocorre o acesso asmático repentino, porém mais frequente à noite e à tardinha, ou depois de se alimentar, respiração penosa, sibilante com assobio, acesso de tosse com expectoração contendo muitos ácaros, plumagem em desalinha, abertura do bico com os movimentos respiratórios Após os ataques, os pássaros voltam ao estado normal. Tratamento: isolar o pássaro doente e levá-lo ao veterinário. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

Asma

Sintomas: os enfermos exalam uns sons semelhantes a pequenos gritos, especialmente ao anoitecer e na parte da manhã. A respiração, via de regra, é forçada, arquejante. As causas são alimentação imprópria, predispondo à obesidade, gaiolas muito sujas, ambiente mal ventilado e banhos em dias muito frios. Pode ocorrer a queda do poleiro, morte por asfixia. Nos casos muito graves, imobilidade, olhos entreabertos, penas soltas, respiração acelerada intermitente com emissão de pequenos gemidos. Devemos eliminar as principais causas prejudiciais, frio, vento, poeira, humidade, etc. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

Doença dos olhos

Manifesta-se pelo lacrimejamento dos olhos, irritação das pálpebras, olhos intumescidos, deixando de procurar a comida a cuidadosamente, como antes fazia. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

Bronquite - Traqueite

Os sintomas são: narinas obstruídas, bico aberto a ave para de cantar, fica agitada, com tosse seca e rouquidão, catarro, plumas soltas, respiração com o bico aberto e muito difícil. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

Coriza

É um dos problemas mais comuns dos pássaros, aparecendo com frequência nos criadouros. Onde temos a falta de vivacidade, anemia, corrimento das narinas e também dos olhos. O catarro torna as penas em torno das narinas, com tosse, respiração difícil Dispneia e Mucosa congestionada. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

Doença crónica respiratória

Semelhante à coriza. CUIDADO: deve-se levar a ave o mais rápido possível ao veterinário. Este decidirá se o melhor é realizar o tratamento ou, caso a doença esteja avançada, sacrificá-la. O tratamento deve ser realizado sob orientação veterinária.

 

 

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